domingo, 27 de novembro de 2011

Os Repositórios de Vídeo

A definição de Repositório Digital, segundo o IBCT (Instituto Brasileiro de Ciência e Tecnologia), é a seguinte: “São sistemas de informação que armazenam, preservam, divulgam e dão acesso à produção intelectual de comunidades universitárias.” e também podem “ser considerados uma inovação no gerenciamento da informação digital.” (IBCT, 2005).
Um Repositório Digital pode ser considerado Temático ou Institucional. Temático quando é voltado a apenas uma área do conhecimento e Institucional “quando se constituem em um conjunto de serviços oferecido por uma dada instituição aos membros de sua própria comunidade para a gerência e a disseminação dos materiais digitais criados por ela (...)” (FERREIRA, 2007 apud LYNCH, 2003) e para isso utilizam um software. O software mais utilizado no Brasil é o DSpace. Abaixo deixo um vídeo que explica o funcionamento e objetivos do DSpace :



Os Repositórios de Vídeos Acadêmicos são repositórios que disponibilizam vídeos voltados para área acadêmica e dentre eles pode –se destacar:

 

O Zappiens foi disponibilizado em fevereiro de 2010 e foi criado em parceria com Arquivo Nacional, a Universidade de São Paulo (USP), a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e a Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN), de Portugal. Disponibiliza vídeos tanto para pesquisa como para ensino em geral. 



O You Tube Edu disponibiliza vídeos com conteúdos produzidos por grandes instituições de ensino.





O Academic Earth foi lançado em 2009 e disponibiliza em seu site palestras em vídeo de famosas universidades como, por exemplo, Universidade de Berkeley, Harvard, Yale, entre outras. Os vídeos são organizados por tópicos como Assunto (Biologia, Química, Informática, etc.), Universidades e “Instrutores” que no caso são os Professores e/ou Palestrantes. 






Referências:

FERREIRA, Sueli Mara Soares Pinto. Repositório institucional em comunicação: o projeto REPOSCOM implementado junto à Federação de Bibliotecas Digitais em Ciências da Comunicação. Encontros Bibli: Revista Eletrônica de Biblioteconomia e Ciência da Informação. Disponível em:<http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2007v12nesp1p77/453>. Acesso em: 27 nov. 2011.


IBICT. Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. DSpace-Repositórios Digitais. Disponível em:< http://dspace.ibict.br/>. Acesso em: 27 nov.2011.


IBICT. Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. Glossário. Disponível em: <http://dspace.ibict.br/index.php?option=com_content&task=view&id=43&Itemid=77>. Acesso em: 27 nov. 2011.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O Vídeo Como Fonte de Informação

Assim como a imagem, o uso do vídeo como fonte informacional vem conquistando seu espaço no mundo atual, o post de hoje vai tratar disso, mais precisamente com o uso do Vídeo Digital voltado a comunidades virtuais e redes sociais voltadas a fins acadêmicos. 


 

A definição do conceito de Vídeo de acordo com a enciclopédia online Wikipédia (2011) é “tecnologia de processamento de sinais eletrônicos, analógicos ou digitais, para capturar, armazenar e transmitir ou apresentar imagens em movimento.”. Os Vídeos Digitais vem ganhando espaço nas redes sociais voltadas a fins acadêmicos. Dallacosta et al (2004) explica isso como sendo uma conseqüência de que o formato que antecede o Vídeo Digital, o VHS, não está disponível na web e, embora não isso não desqualifique seu uso como fonte de informação dificulta o acesso e, sendo assim, sua utilização.
Cabe destacar o uso do vídeo, também, na sala de aula (independente do formato) que de acordo com Moran (1995) é uma ferramenta de importante contribuição pedagógica, pois:

O vídeo ajuda a um bom professor, atrai os alunos, mas não modifica substancialmente a relação pedagógica. Aproxima a sala de aula do cotidiano, das linguagens de aprendizagem e comunicação da sociedade urbana, mas também introduz novas questões no processo educacional. (MORAN, 1995)



Abaixo deixo alguns exemplos de sites que tem por objetivo disponibilizar vídeos com conteúdo educacional:




Referências:

ALLACOSTA, A. et al. O vídeo digital e a educação. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO.Anais... Disponível em:<http://br-ie.org/pub/index.php/sbie/article/view/343/329>. Acesso em: 25 nov. 2011.

MORAN, José Manuel. O Vídeo na Sala de Aula. Comunicação & Educação. Disponível em:< http://www.eca.usp.br/prof/moran/vidsal.htm>. Acesso em: 25 nov. 2011.

WIKIPÉDIA. Vídeos. Disponível em: < http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADdeo>. Acesso em: 25 nov. 2011.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Bancos de Imagem e o Direito Autoral

 
Os chamados Bancos de Imagem são serviços que disponibilizam imagens ou fotografias prontas para o uso (WIKIPÉDIA, 2011). Castaño (2001) define os bancos de imagem como sendo fruto do desenvolvimento da internet e da imagem digital e também:  

Em essência, se tratam coleções que foram digitalizadas e, graças ao uso de motores de busca baseados principalmente no uso de palavras-chave ou descritores, você pode consultar para avaliação e aquisição. (CASTAÑO, 2001)


Quando Castaño cita a aquisição dessas imagens ela nos leva a outro tópico referente aos Bancos de Imagem: o Copyright ou Direito do Autoral. O Direito Autoral como o nome diz é referente ao direito do autor sobre sua obra podendo ela ser uma imagem, uma música, uma escultura, etc.
Os Bancos de Imagem (que podem ser pagos ou gratuitos) tem por clientes principais agências de publicidade, editoras, jornais, revistas, entre outros e alguns desses serviços são Livres de Royalties, ou seja, possuem “um tipo de licenciamento para uso de obras protegidas por direito autoral como, por exemplo, fotografias ou músicas.” (WIKIPÉDIA, 2011). Embora existam ferramentas na internet que possibilitem a aquisição de imagens de maneira mais simples o que leva os Bancos de Imagem a serem a escolha mais acertada no que diz respeito à obtenção de imagens, além da questão do Direito Autoral, é também a certeza de que essas imagens são certamente, de melhor qualidade e confiabilidade. 

Abaixo deixo alguns exemplos de Bancos de Imagem gratuitos:

MorgueFile- http://www.morguefile.com/

Ophenphoto- http://www.openphoto.net/

 FreeDigitalPhotos.net- http://www.freedigitalphotos.net/


São explicados nos sites quais tipos de licença que os mesmos possuem.  

Referências:

WIKIPÉDIA. Bancos de Imagem. Disponível em: < http://pt.wikipedia.org/wiki/Banco_de_imagens>. Acesso em: 24 nov. 2011.


WIKIPÉDIA. Direito Autoral. Disponível em: < http://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_autoral> Acesso em: 24 nov. 2011.


MUÑOZ CASTAÑO, J. E. Bancos de imágenes: evaluación y análisis de los mecanismos de recuperación de imágenes. El profesional de la información, Barcelona, v. 10, n. 3, p. 4-18, mar. 2001. Disponível em: <http://www.elprofesionaldelainformacion.com/
contenidos/2001/marzo/1.pdf> Acesso em: 24 nov. 2011.


POLO, Juan Diego. 12 excelentes bancos de imagens gratuitas. WWWhat´s new. Disponível em: < http://br.wwwhatsnew.com/2010/01/12-excelentes-bancos-de-imagens-gratuitas/> Acesso em: 24 nov. 2011.

A Fotografia

 
Segundo a definição da Enciclopédia online Wikipédia (WIKIPÉDIA, 2011) a Fotografia é uma “técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando esta em uma superfície sensível”.  A Fotografia surgiu em meados do século XIX e desde então vem sofrendo várias mudanças em seu formato e uma crescente importância no seu uso como fonte de informação.  
Há muito tempo escutamos um famoso dito popular: “Uma imagem vale mais que mil palavras.” E se pararmos pra pensar nessa frase não vai ser muito difícil entender o porquê de conseguirmos nos identificar com ela e entender seu significado tão facilmente. Segundo Peixoto (2006) a fotografia é “uma fonte de informação ilustradora da história dos povos” e mais:

A fotografia, desde seu advento, cada vez mais tem sido fonte de informação ilustradora da história dos povos, dos costumes, dos acontecimentos, das descobertas e de tantas outras coisas, registradas em uma simples foto de família, passando pela chegada do homem a lua e as tempestades captadas por câmaras de satélites chegando a construir verdadeiros mapas da superfície terrestre. Poderia-se citar páginas a fio a infinidade de momentos eternizados através do clique dos obturadores capturando feixes de luz. (PEIXOTO, 2006)         


É importante lembrar que a Fotografia (assim como as demais tecnologias) está em constante evolução. Com invenção dos editores de imagem (mais conhecidos como photoshop) uma imagem pode contar mil palavras diferentes do que a realidade.
A Fotografia é sem duvida uma das maiores fontes de informação na sociedade atualmente, porém assim como uma frase fora do contexto em uma entrevista, uma imagem fora do contexto que foi tirada ou alterada por meio de editores de imagem também pode causar sérios problemas na interpretação da informação, cabe a nós avaliarmos isso e fazer uso da fotografia como fonte de informação da melhor forma possível.     

Abaixo deixo algumas imagens que são consideradas importantes na história da Fotografia:

     Primeira fotografia permanente do mundo feita por Nicéphore Niépce, em 1825.





      Primeira fotografia colorida, feita por James Clerk Maxwell, em 1861.


Primeira imagem digital feita por Russell Kirsch, no National Bureau of Standards (NBS).


Referências:

JUSTO, Domenico. Os 30 piores erros de Photoshop de todos os tempos. Design on the Rocks. Disponível em: <http://www.designontherocks.xpg.com.br/os-30-piores-erros-de-photoshop-de-todos-os-tempos/>. Acesso em: 24 nov. 2011.


PEIXOTO, Daiane Lopez. Os acervos fotográficos e sua organização: uma análise. Trabalho de conclusão de curso. Disponível em: <http://hdl.handle.net/10183/18788>. Acesso em: 24 nov. 2011.

WIKIPÉDIA. Fotografia. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotografia>. Acesso em: 24 nov. 2011.
                                                                         


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Microblogs e o Twitter


    O Microblog  é um tipo de blog que permite aos usuários trocar informações entre si a partir de breves textos, geralmente, de até 200 caracteres. Seixas (2009) define os microblogs como sendo “nada mais é do que uma faceta diminuta de um  blog tradicional, onde, ao invés de elaborarmos longamente nosso conteúdo, simplesmente cuspimos o que passa por nossas mentes (...)”. O serviço de Microblog mais popular atualmente é o Twitter que desde que foi inventado em 2006 por Jack Dorsey veio se tornando um dos serviços mais populares da internet.
                     
  
    O Twitter é um serviço da internet cujo formato pode ser comparado com um SMS (serviço de mensagens usado nos celulares), explicando de uma maneira sucinta o Twitter pode-se dizer que ele é composto pela Timeline (onde aparecem os posts do usuário e daqueles perfis a que o usuário segue), o Tweet (como é chamado o post do Twitter), o Retweet (permite ao usuário postar Tweets de outros usuários na sua Timeline) e as Mensagens Diretas ou DM (permitem aos usuários trocar mensagens entre si sem que as mesmas apareçam na Timeline). O criador do Twitter, Jack Dorsey, em entrevista ao jornal El País deu uma nova definição ao Twitter chamando- o de “ferramenta de comunicação”.
    Fazendo às vezes de “ferramenta de comunicação” o Twitter, atualmente, pode ser considerado um dos meios que levam instituições voltadas à área da Ciência da Informação como, por exemplo, bibliotecas e museus a terem maior contato com seus usuários. A Biblioteca da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (Fabico) faz uso dessa ferramenta e atualiza os usuários que seguem seu perfil no twitter com informações que vão desde novas aquisições do acervo até o horário de funcionamento. Abaixo, deixo uma lista de outras instituições voltadas a Ciência da Informação que assim como a Biblioteca da Fabico também utilizam o Twitter:

Biblioteca Nacional -  http://twitter.com/#!/FBN
Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS - http://twitter.com/#!/MuseuPUCRS
           
REFERÊNCIAS:

MICROBLOGGING. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Microblogging> Acesso em: 21 nov. 2011.



MUÑOZ, R.; RIVEIRO, A. ENTREVISTA: JACK DORSEY. El País, 25 mar. 2009. Disponível em: <http://www.elpais.com/articulo/internet/Twitter/red/social/herramienta/comunicacion/elpeputec/20090325elpepunet_2/Tes>. Acesso em: 21 nov. 2011. 


RUFINO, Airtiane Francisca. Twitter: a transformação na comunicação e no acesso às informações. In: CONGRESSO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO NA REGIÃO NORDESTE, 11., 2009, Teresina. Anais...São Paulo: Intercom, 2009. Disponível em: <http://www.intercom.org.br/papers/regionais/nordeste2009/resumos/R15-0542-1.pdf>. Acesso em: 21 nov. 2011


SEIXAS, Fábio. Micro-blogging. In: SPYER, Juliano (Org.). Para entender a internet:
noções, práticas e desafios da comunicação em rede. Disponível em:
<http://stoa.usp.br/oerworkshop/files/1333/7925/Para+entender+a+Internet.pdf> Acesso em: 21 nov. 2011.


TWITTER. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Twitter > Acesso em: 21 nov. 2011.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Avaliando o Blog "Na Era da Informação"

INFORMAÇÃO EM MÍDIAS DIGITAIS

Critérios para Avaliação de Blogs

O Blog analisado foi o “Na Era da Informação” (http://naeradainformacao.blogspot.com/)

CRITÉRIOS
ANÁLISE
Parâmetros gerais
Tipologia do blog (pessoal, institucional).
Pessoal.
Têm objetivos concretos e bem definidos?
Sim.
Se os objetivos estão definidos, os conteúdos se ajustam a eles?
Sim.
Existe uma política editorial de aceitação de contribuições?
Não.
Tem domínio próprio?
Não.
Tem uma URL correta, clara e fácil de recordar?
Sim.
Mostra, de forma precisa e completa, que conteúdos ou serviços oferece?
Sim.
A estrutura geral do blog está orientada ao usuário?
Sim.
É coerente o desenho (layout) geral do blog?
Sim.
É  atualizado periódicamente?
Sim.
Oferece algum tipo de subscrição?
Não.
Identidade, informação e serviços
A identidade do blog é mostrada claramente em todas as páginas?
Sim.
Existe informação sobre (s) criador(es) do blog?
Sim.
Existe um logotipo?
Não.
O logotipo é significativo, identificável e visível?
-
Existe alguma forma de contato com os responsáveis pelo blog?
Sim.
Nos posts:

- é mostrada claramente informação sobre o autor?
Sim.
- é mostrada claramente a data de publicação?
Sim.
- oferece links permanentes?
Sim.
É dada informação sobre número de usuários registrados e convidados?
Apenas sobre os usuários registrados.
Existe um calendário de publicação?
Não.
Existe um arquivo onde consultar posts anteriores?
Sim.
Existe alguma declaração ética?
Não.
Oferece links para outros blogs?
Sim.
Oferece links externos a outros recursos de informação?
Sim.
Apresenta uma lista de palavras-chave para cada post?
Sim.
Está traduzido em outros idiomas?
Não.
Existe algum tipo de controle sobre conteúdos polêmicos?
Não.
Possui uma seção de ajuda?
Não.
O link da seção de “Ajuda”  está colocado em uma zona visível?
-
Oferece uma vista prévia antes de publicar?
Sim.
Existe algum tipo de buscador?
Sim.
O buscador encontra-se  facilmente acessível?
Sim.
Permite a busca avançada?
Não.
Mostra os resultados de forma compreensível para o usuário?
Sim.
Dispõe de ajuda para realizar a busca?
Não.
Qual o número médio de comentários? (calcular sobre os 10 últimos posts).
0,4
Estruturas e navegação
A estrutura de organização e navegação está adequada?
Sim.
Tem algum sistema de navegação distinto da navegação por datas?
Não.
Os posts estão classificados tematicamente?

Que número de clics são necessários para ver os comentários aos posts?
Um.
Que número de clics são necessários para fazer comentários aos posts?
Um.
Os links são facilmente reconhecíveis como tais?
Sim.
A caracterização dos links indica seu estado (visitados, ativos etc.)?
Não.


Existem elementos de navegação que orientem o  usuário sobre onde está e como desfazer sua navegação?
Não.
Existem páginas “órfãos”?
Não.
Layout da página
São aproveitadas as zonas de alta hierarquia informativa da página para conteúdos de maior relevância?
Sim.
Foi evitada a sobrecarga informativa?
Sim.
É uma interface limpa, sem ruído visual?
Sim.
Existem zonas em “branco” entre os objetos informativos da página, para poder descansar a vista?
Sim.
É feito um uso correto do espaço visual da página?
Sim.
É utilizada corretamente a hierarquia visual para expressar as relações do tipo “parte de” entre os elementos da página?
Não.
Acessibilidade
O tamanho da fonte foi definido de forma relativa?
Sim.
O tipo de fonte, efeitos tipográficos, tamanho da linha e alinhamento empregados facilitam a leitura?
Sim.
Existe um alto contraste entre a cor da fonte e o fundo?
Sim.
Inclui um texto alternativo que descreve o  conteúdo das imagens apresentadas?
Sim.
O site web é compatível com os diferentes navegadores?
Sim.
Visualiza-se corretamente com diferentes resoluções de tela?
Sim.
Pode-se imprimir a página sem problemas?
Sim.
Visibilidade
Link: Google.
Sim.
Link: Yahoo.
Sim.
Link: MSN.
Sim.
PageRank
PageRank 4
Twitter
Sim.
YouTube
Não.
Orkut
Não.
Facebook
Não.
Unik
Não.
Outros. Qual(is)?
-
Avaliação global (comentário pessoal)

O Blog “Na Era da Informação” tem como objetivo mostrar as idéias e reflexões que a Bibliotecária e Mestre em Ciência, Gestão e Tecnologia da Informação Paula Carina tem sobre as áreas de Biblioteconomia, Consultoria informacional, Gestão do Conhecimento, Inteligência Competitiva, Ciência e Gestão da Informação.  O layout é simples, mas bem organizado o que facilita a leitura do blog. Um fato que me chamou atenção foi o fato da autora fazer uso do twitter para complementar os posts do seu blog (http://naeradainformacao.blogspot.com/2011/08/dia-internacional-de-seguranca-em.html) e usar o twitter para mostrar as atualizações do blog para seus seguidores (http://twitter.com/#!/paulacarina/status/109282104747110400). A leitura do Blog foi satisfatória e é recomendável para todos aqueles que busquem uma fonte confiável sobre assuntos relacionados à Ciência da Informação, pois o blog é escrito (muito bem escrito) por alguém que tem conhecimento da área.  












Avaliado por: Graziela S. Silveira
Data da avaliação: 05/07/2011

Fonte
 Adaptado de: JIMÉNEZ HIDALGO, Sonia; SALVADOR BRUNA, Javier.  Evaluación formal de blogs con contenidos académicos y de investigación en el área de documentación. El Profesional de la Información, v.16, n. 2, p. 114-122, mar./abr. 2007.